Esta quinta-feira, Pedro Chagas Freitas utilizou as “histórias” da rede social Instagram para anunciar que foi (mais) uma vítima do mau tempo em Portugal, relatando os danos sofridos com a tempestade. “Hoje acordei com a garagem inundada, o meu carro flutuou um pouco, ficou com água por todos os lados, os danos devem ser grandes, talvez grandes demais para valer a pena tratar dele, sei lá eu.
É uma bosta daquelas que por vezes acontecem. Quando a vida me manda m** para cima, gosto de responder com flores. Quando o mau chega com força, acho que temos de lhe atirar o bem para cima. Temos de ostentar o bem para ele ver com quem se está a meter. Adoro dançar na cara da maldade. Depois de termos vivido a porcaria maior, estas coisas são um refresco. Isto nós aguentamos. E como aguentamos resolvi ir para o computador e responder com coisas boas. (…)
Se a vida queria que eu ficasse rancoroso, vingativo, queixoso, não faz ideia que por aqui funciona ao contrário. Se me atiras baldes de me**a, eu riposto com baldes de flores, ou com pazadas de abraços. Ser boa pessoa não depende do que nos acontece. Isso é desculpa dos maus: fiz isto porque me fizeram aquilo. Não tem de ser assim. Não tenho de ser mau para responder ao mau.
Hoje acordei com a garagem inundada, mas tinha o meu filho de mão dada comigo, prontinho para ir para a escola. Nem hesitei. Fui levá-lo a pé, passinho a passinho, e agradeci a sorte sem igual de o ter comigo, a caminho da escola. O resto que venha. (…) O meu filho está bem, a brincar na escola. Está a ser um grande dia, um espantoso dia”, escreveu.
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